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COSAFA

Continuamos os bombos da festa

Continuamos os bombos da festa

Por: RAIMUNDO ZANDAMELA, EM DURBAN
FOTOS DA COSAFA.COM

A vitória prepara- -se, a vitória organiza-se. Já dizia o saudoso Marechal Samora Moisés Machel, o primeiro Presidente de Moçambique. Na verdade, o “desaire” dos Mambas começa a desenhar- -se pela maneira como a participação foi planificada e preparada. Ora vejamos: A Selecção Nacional de Futebol iniciou a meio-gás a sua preparação para o torneio, a começar pela falta de comunicação entre os organismos que gerem o futebol no país. Três dias antes de a Selecção partir para Durban, onde decorre a prova, a marcação dos jogos da Taça, por parte da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), comprometia de certa forma a participação de Moçambique neste torneio regional e colocava o seleccionador num fogo-cruzado entre os clubes e a entidade que gere o futebol no país, pois alguns destes recusavam ceder os seus jogadores. Abel Xavier, que voltou a merecer um voto de confiança por parte de Alberto Simango Jr e seu elenco, chegou a ameaçar devolver os jogadores que até então responderam comparecendo na primeira sessão de treinos. Visivelmente transtornado com a situação, Abel Xavier lançou um forte apelo às partes envolvidas para que se alcançasse consensos, respeitando em primeira instância os interesses da Selecção do país. Felizmente o apelo foi alcançado. Resumindo, a Selecção de Honras teve apenas dois dias de treino, com o agravante de não ter conseguido reunir os “estrangeiros” que previamente deveriam estar na convocatória da “operação COSAFA”. Apenas quatro dos que estiveram na campanha de qualificação ao Campeonato Africano das Nações (CAN), nomeadamente Witti, Geraldo, Edmilson e Ratifo, conseguiram juntar-se à equipa um dia antes do arranque da prova.

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