Na semana passada fomos impingidos a fazer referência a um contrato por objectivos que afastou o técnico Alcides Chambal do ENH de Vilankulo, colectividade eliminada precocemente da Taça de Moçambique, segunda maior prova nacional de futebol (na fase provincial) pelo Ferroviário de Inhambane (1-0). O argumento de que o ENH rescindira com Alcides Chambal por não ter conseguido chegar no mínimo aos oitavos-de-final da Taça de Moçambique não está registada em nenhum documento que vincule o técnico à colectividade de Vilankulo, com a qual rubricou um contrato a 1 de Fevereiro de 2018, com a validade de um ano, que podia ser denunciado com o mínimo de sessenta dias antes do final da vigência do mesmo. Este contrato, referente à época passada (2018), não fazia constar qualquer tipo do dever de Alcides Chambal alcançar qualquer tipo de objectivos desportivos e no final da temporada o ENH não teve uma classificação que superasse as anteriores conseguidas desde que ascendera ao Moçambola. Em Março deste ano Alcides Chambal e o ENH não assinaram um contrato, conforme ficámos a saber, senão uma adenda ao contrato anterior. Nessa adenda estabeleceu-se a alteração da remuneração, algum acrescimento para o ano em curso, solicitado, segundo o acordo pela parte contratante (o ENH de Vilankulo).
