Com a derrota (1-0) caseira ante Cabo Verde, na noite de terça-feira, consumou-se mais um fracasso na luta pelo regresso à fase final de um Campeonato Africano das Nações (CAN).
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Mais do que uma tentativa falhada, a sexta consecutiva (já não esteve em 2012, 2013, 2015, 2017 e 2019), desta vez Moçambique não só falhou a qualificação como conseguiu números pouco animadores, para quem chegou a liderar o Grupo “F” ao cabo de duas jornadas.
Para esta análise estatística desafio escolheu as campanhas que se seguiram depois do CAN de 2010 assegurado por Mart Nooij. Para além de ter sido a última presença na fina-flor africana, foi depois dessa época que aumentou o número de jogadores moçambicanos no estrangeiro. Não nos interessa discutir os níveis dos seus campeonatos, pois acreditamos que independentemente do seu “ranking” trazem mais-valia, como prova agora o caso de Luís Miquissone, que actua no Simba da Tanzania.
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