O Incomáti de Xinavane vai disputar o Campeonato Nacional de Futebol da I Divisão, o Moçambola-2022, até a última jornada, apesar de reconhecer que o clube enfrenta várias dificuldades financeiras, atrasos salariais e dívidas ainda não saldadas com treinadores, atletas e trabalhadores, o que geram descontentamento e instabilidade na única equipa que representa a província de Maputo na prova maior do futebol moçambicano.

A garantia foi dada ao nosso jornal por João Figueiredo, presidente dos açucareiros, que garante que o incidente verificado em 2019, quando a equipa perdeu um jogo por falta de comparência, não voltará a acontecer, pelo menos enquanto estiver a frente do representante da província de Maputo na prova maior do futebol moçambicano.
O dirigente deu estas garantias ao dissipar as dúvidas que pairavam sobre a disponibilidade do Incomáti de Xinavane em continuar no Moçambola, contando que nos últimos dias, a equipa foi irregular no cumprimento de sessões de treinos, visto que parte dos atletas continua a reclamar o pagamento de salários em atraso ou, ainda, a irregularidade com que são pagos os ordenados.
“Temos salários em atraso, alguns que transitam da época de 2019. No entanto, o clube tem um orçamento que cobre o pagamento de salários e logística de viagens, alojamento e alimentação até o final da época, mas não é suficiente. A Açucareira de Xinavane e a DNA dão-nos esse patrocínio, mas mesmo assim é insuficiente”, admitiu João Figueiredo.
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