Ia a semana no seu final e a tribo do desporto, atletismo em particular, é abalada por uma notícia desastrosa, que dava conta de que o treinador luso-moçambicano Alberto Lário, da Associação Portuguesa de Moçambique, seria deportado para Portugal, em razão de não ter a sua situação de residência em Moçambique regularizada.

O impacto da notícia foi estrondoso. Viral. Correu meio mundo através da imprensa moçambicana e portuguesa, com reforço das redes sociais. A solidariedade dos que (re)conhecem o valioso trabalho de Alberto Lário – que reside em Moçambique há nove anos – não se fez esperar. Treinadores e atletas levantaram a voz e ergueram dísticos de protesto contra a detenção e o anúncio da deportação.
A revolta veio inclusive de pessoas sem ligação com o atletismo, indignadas sobretudo pelo facto de tal deportação surgir na sequência de uma alegada investigação das autoridades migratórias, embora hajam fortes indícios de que tudo se precipitou com a denúncia feita por Kamal Badru, presidente da Federação Moçambicana de Atletismo (FMA).
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