“Dissemos que estamos na dúvida sobre o papel de Lurdes Mutola nesta crise porque ela pode apaziguar como agrava-la. Se fizer algo em nome do atletismo, mas ignorando a instituição FMA e oferecer prémios milionários como aqueles da Corrida Centenário José Craveirinha, constituídos por viaturas, então, vai sacrificar a figura de Kamal Badrú e sentenciar a sua pouca importância para a modalidade. O contrário, salva a sua pele.”

O ambiente na família do atletismo moçambicano está turvo e de cortar a respiração desde que, no passado dia 20 de Julho, foi detido e, depois, recebido ordens de deportação, o treinador português, nascido em Moçambique, Alberto Lário.
Para tanto, a figura do presidente da Federação Moçambicana de Atletismo (FMA), Kamal Badrú, está no centro da discórdia por, alegadamente, ter sido ele quem denunciou junto das autoridades nacionais a ilegalidade da permanência no país de Alberto Lário, em uma publicação na Rede Social Facebook.