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LINHA DE PASSE

AUMENTO DE ESTRANGEIROS CONTINUA A SER APETECÍVEL

O antigo timoneiro da Liga Moçambicana de Futebol (LMF), Alberto Simango Júnior, defendia com unhas e dentes que o número de estrangeiros não devia aumentar em defesa do produto nacional. Para ele, na vigência do seu comando, aumentar o número de estrangeiros no jogo limitaria as escolhas à selecção nacional.

Na altura, dirigentes e treinadores reagiram, defendendo que com mais estrangeiros no “onze”, os jogadores nacionais seriam obrigados a redobrar os seus esforços e, em função disso, a qualidade e competitividade evoluíria. Também alguns deles consideraram que, além da qualidade, a mentalidade do jogador estrangeiro é mais evoluída. Portanto, ter jogadores estrangeiros era sempre uma mais-valia.

Travou-se uma guerra árdua por vários tempos e Simango conseguiu ganhar batalhas atrás de batalhas, situação que prevaleceu quando este ascendeu à presidência da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), mas os clubes, ainda assim, não desistiram.  

Com o seu maior obstáculo de fora da jogada (Alberto Simango Jr.), os clubes ganharam, finalmente, a sua causa. Passaram a inscrver sete estrangeiros e por jogo, utililizados cinco em simultâneo.

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